Quito, Equador | Agosto de 2026.
Os centros comerciais estão a evoluir: afluência e superfícies em crescimento, operações mais complexas e clientes que exigem experiências novas e melhores. Tudo isto, combinado com o aparecimento de novos riscos e com os desafios associados à disponibilidade e rotatividade do pessoal de segurança, está a levar o setor a repensar os seus modelos tradicionais de proteção.
Neste contexto, a Securitas participará no IV Congresso de Centros Comerciais da América Latina CLICC 2026, em Quito, Equador, com uma proposta clara: avançar da vigilância tradicional para uma segurança baseada na tecnologia e na inteligência.
Como Gold Sponsor, a Securitas apresentará a sua experiência no setor e as suas capacidades de integrar pessoas, tecnologia e inteligência em soluções desenhadas em torno dos riscos e necessidades específicas de cada centro. Tudo integrado numa única solução e com um único parceiro de confiança para tudo o que diz respeito à segurança.
Um setor que evolui precisa de novos modelos de segurança
O Congresso, organizado pela Câmara Latino-Americana da Indústria de Centros Comerciais (CLICC), reúne os principais diretores, promotores, investidores, operadores, marcas e especialistas da região para debater inovação, tecnologia, experiência do consumidor e os principais desafios do setor.
A Securitas, que já participou na primeira edição realizada na Colômbia, regressa com o objetivo de ir além da exposição de marca e aproveitar esta grande oportunidade para conversar com os principais decisores do setor sobre como transformar a segurança e responder aos novos desafios operacionais dos centros comerciais.
Drones, serviços remotos e dados
Durante o Congresso, a Securitas apresentará soluções específicas para centros comerciais que integram profissionais especializados, segurança remota e novas tecnologias.
Um dos protagonistas serão os drones aplicados à segurança. A utilização destas aeronaves abre uma nova dimensão na proteção de grandes superfícies, facilitando a supervisão de perímetros, estacionamentos, coberturas e infraestruturas, além de complementar determinadas rondas e verificações noturnas. Durante o Congresso, a Securitas realizará uma demonstração do potencial desta tecnologia aplicada às necessidades dos centros comerciais.
A segurança remota será outro dos eixos da proposta. Os serviços de prevenção, deteção e atuação proporcionados através da ligação remota de câmaras e outros equipamentos ao Securitas Operation Center (SOC) permitem dimensionar de forma muito mais eficiente as equipas de segurança no terreno, aumentam a sua eficácia e proporcionam uma grande flexibilidade na adaptação aos diferentes horários e épocas que marcam a atividade dos centros comerciais.
Mas a transformação que a Securitas propõe não passa apenas por incorporar tecnologia. O seu modelo prioriza a extração e análise da enorme quantidade de dados recolhidos pelos profissionais e pelos sistemas, para os converter em inteligência acionável que permite tomar melhores decisões em segurança e noutros aspetos da operação do centro.
Inteligência: de reagir a antecipar
Este modelo representa uma evolução de operações predominantemente reativas e baseadas no uso intensivo de recursos humanos, para uma segurança com maior capacidade de antecipar riscos, sejam eles próprios do centro ou de caráter externo, de forma a estabelecer as medidas operacionais, tecnológicas e humanas necessárias para os evitar.
Para a Securitas, o futuro da segurança não consiste simplesmente em somar recursos, mas sim em compreender o negócio e os riscos de cada cliente e desenhar uma solução integrada que combine as capacidades necessárias para os gerir de forma mais inteligente e eficiente.
Uma visão diferente de segurança que atravessa fronteiras
Durante o Congresso, a multinacional sueca mostrará também outro dos seus pontos fortes: a capacidade de partilhar conhecimento, experiência e soluções entre diferentes mercados.
E é que a segurança impulsionada pela inteligência atravessa fronteiras. As soluções e experiências desenvolvidas pela Securitas ligam-se entre Equador, Costa Rica, Chile, Uruguai, Peru, Portugal e Espanha, permitindo aproveitar aprendizagens de diferentes operações e adaptá-las às necessidades particulares de cada mercado e cliente.
Esta visão regional permite ainda acompanhar clientes que operam em diferentes países com uma abordagem comum: compreender os seus riscos e combinar as capacidades adequadas para lhes responder.
Uma mesma visão de segurança, para além das fronteiras. Um único parceiro capaz de integrar pessoas, tecnologia e inteligência.